Posted byTrunkael | Marcadores: , , | às 01:53 |

Eram 3 da manhã, ele olhou para janela mas não tinha atinado para o fato dela estar aberta, e com a quantidade de álcool em seu sangue ele não perceberia se tivesse um elefante sentado em frente seu computador para atualizar um blog. Realmente ele não estava bem, sentia ansia de vômito, tentava controlar os movimentos, mas tudo era muito instintivo, olhava ao redor e tudo paracia tão comum e tão surreal ao mesmo tempo que aquele figura sombria que estava em pé ao seu lado poderia ser uma alucinação.
Mas não era 


A figura pálida sentou a seu lado na cama, e ele sem saber diferenciar sonho da realidade ficou olhando para aquele rosto cadavérico como se apreciasse uma obra de arte. E ela fazia o mesmo, acariciando seu rosto. A imagem dela ficava disforme por alguns instantes em que ele pensava que iria desmaiar novamente, mas se mantia, piscava os olhos para tentar entender melhor o que se passava por ali. 

A faca então atravessou sua garganta, e o sangue começou a entrar para seu estomago e pulmões, ao mesmo tempo que saia em esguinchos manchando o rosto pálido que o salvou. Ele engasgou com o sangue várias vezes até que finalmente não podia mais aguentar. 

Morreu. E não foi de dor ou agonia, nem medo ou parada cárdiaca. Morreu afogado no próprio sangue. O ultimo pensamento que ele teve foi justamente esse: "Como é poético morrer afogado no próprio sangue sem sentir a dor da morte, mas sim seu perfume".

  1. Wow, vejam só, que péssima tentativa de escrever um conto ein, espero que você melhore com o tempo.

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